• Código de Actividade:
  • 3031
  • Publicada em:
  • 12 / 01 / 2006
  • Na categoria:
  • Informação Geográfica
  • Publicada por:
  • APDSI.

Estudo "Geo-Competitivo"


Portugal tem uma história muito rica na utilização de representações do território, sob a forma de cartas, no suporte aos Descobrimentos e à Gestão do Território.

 

Com o aumento sustentado da utilização das tecnologias que caracterizam a Sociedade da Informação, a representação do território passou a ter um papel ainda mais importante, tendo surgido a necessidade de disponibilização da informação geográfica já não sob a forma de cartas mas em formato digital, em tempo real e num número crescente de aplicações e dispositivos, incluindo dispositivos móveis. No entanto, a informação geográfica tem inerente uma elevada complexidade e, para ter qualidade, tem que ter aderência ao nível de detalhe adequado do Mundo Real, pelo que é percepcionada como um bem escasso e de custo elevado.


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    Programa do primeiro evento de Geo Competitividade
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    Nota de imprensa do primeiro evento Geo Competitivo

    Lisboa, 13 de Janeiro de 2006 – O Estado Português tem que desempenhar um papel determinante no domínio da informação Geo-espacial, estabelecendo uma estratégia nacional que, entre outras coisas, indique áreas prioritárias de informação, assegure a compatibilidade dos dados, congregue e responsabilize todos os intervenientes e evite a duplicação de investimentos na produção de informação Geo-espacial. Esta é uma das propostas de acção sugeridas por um grupo de trabalho constituído no âmbito da APDSI - Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação, no relatório "Geo-Competitivo", apresentado ontem a público.

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    Relatório do primeiro estudo Geo Competitivo

    O Estado Português tem que desempenhar um papel determinante no domínio da Informação Geo-espacial, devendo ser um criterioso utilizador desse tipo de informação, garantindo uma gestão sustentável do território e promovendo o progresso de todas as actividades que podem beneficiar da existência desse tipo de informação.

    No âmbito do Plano Tecnológico, o Estado deve definir requisitos de qualidade associados a critérios de utilização da Informação Geo-espacial que possibilite a integração eficaz da muita informação que está a ser continuamente produzida de forma dispersa nos vários organismos das Administrações Públicas Central, Regional e Local. Para cumprir este objectivo deverá utilizar uma estrutura dedicada, de entre as várias que já possui.

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