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Estudo "Identidade Digital"

Lisboa, 19 de Abril de 2007 – A adopção da identidade digital, como condição essencial para uma adopção plena do mundo digital, tem subjacente um número alargado de perigos que podem ser contornados se for dada resposta a um conjunto de princípios fundamentais, conclui o estudo Identidade Digital elaborado por um grupo de trabalho da APDSI – Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação e ontem apresentado publicamente em Lisboa.

O estudo considera essencial que a migração para o mundo digital permita ao cidadão construir a sua identidade digital, sobre a identidade social, eventualmente melhorando alguns aspectos, mas nunca descurando os elementos que compõem a identidade social, identificam e diferenciam cada cidadão no mundo offline.

A adequação do regime jurídico-legal aos desafios do mundo digital é também um aspecto alinhado como crítico pelo grupo que fez o estudo para garantir a segurança de uma sociedade que aposta na digitalização dos seus serviços e da identidade dos seus cidadãos.

Observações

Publicado em Abr 18, 2007 , por APDSI em Categoria: Sociedade

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Documentos produzidos

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    Programa do evento de apresentação do estudo
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    NI sobre o estudo "Identidade Digital"
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    Apresentação do estudo "Identidade Digital"
    Apresentação de aulo Veríssimo (FC/UL)
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    Relatório do estudo "Identidade Digital"

    A Identidade Digital é talvez um dos assuntos mais apaixonantes dos dias de hoje. Não há um único cidadão, instituição, entidade colectiva, a quem ela não vá afectar quando, de modo irremediável, a actividade da sociedade se deslocar preponderantemente para a esfera do ciberespaço. Não ter identidade digital, dentro de alguns anos, será em grande medida como não ter bilhete de identidade nos dias de hoje. No entanto, a migração para a Identidade Digital avança conspicuamente à reveza da compreensão, aceitação e participação das partes interessadas, os cidadãos e organizações. Nos dias de hoje, muito do que acontece em termos da “digitalização da sociedade” é fruto de pressões que oscilam entre ser um sinal de modernidade via gadgets, uma oportunidade de negócio via efeito de escala, um ditame abstractamente imposto por decreto, ou ainda o último reduto contra o fantasma da insegurança.